Funcionário do mês

CRÔNICAS, CONTOS E TEXTOS POÉTICOS, NÃO POESIAS.
Cinco da manhã é hora boa pra escrever.
Dormir? Que clichê!
Em uma rede me balanço manso, esquecendo um mal-me-quer e relembrando um bem querer.
Quem tramou e trançou os fios da tapeçaria dos nossos destinos?
E se nessa repetição de tantos desencontros malditos
eu não for ou você não vier, fica tudo assim perdido?
A vida anda tão mentolada, me pego pensando como seria se tivesse sido...



Juan Barto