Funcionário do mês

CRÔNICAS, CONTOS E TEXTOS POÉTICOS, NÃO POESIA.
O boneco de papel pardo, com seu caráter mal cortado e sua cabeça cheia de arestas deixou a cidade cenográfica fazendo papelão.
Essa história tem gravuras. Foi grave mesmo.
Te desejo água, muita água papel de pão, pra ver se você se recicla e vira algo que preste.
Reencarne em rolo, limpar a merda alheia vai lhe fazer bem.Vai te dar a humildade que você desconhece.
Eu sou que nem ampulheta, meu negócio não é com ponteiros e sim com o prazer do prazo.
Mas quem tem inimigo é o Batman, eu não tenho tempo pra essas coisas.
Tenho tempo para amarrar os cadarços do meu tênis com hashis, mas pra isso não.
Mas tenha calma, tem o carma.




Juan Barto